
Descubra o protocolo que já ajudou mais de 2.000 crianças com TDAH a desenvolverem Funções Executivas através de atividades lúdicas e estruturadas.
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por padrões persistentes de desatenção, hiperatividade e impulsividade que interferem no funcionamento ou desenvolvimento da criança.
Diferente do que muitos pensam, o TDAH não é falta de vontade ou má educação. É uma condição neurobiológica com base genética, onde o cérebro processa informações de forma diferente, especialmente nas áreas responsáveis pelas Funções Executivas.
No Brasil, estima-se que 7,2% das crianças em idade escolar tenham TDAH, tornando-o um dos transtornos mais comuns na infância. Quando não tratado adequadamente, pode impactar significativamente o desempenho escolar, as relações sociais e a autoestima.
O TDAH se apresenta em três subtipos: predominantemente desatento (mais comum em meninas), predominantemente hiperativo-impulsivo (mais comum em meninos pequenos), e tipo combinado (o mais frequente).
Situações que profissionais enfrentam diariamente ao trabalhar com tdah.
A criança não consegue focar por mais de poucos minutos, pulando de atividade em atividade sem completar nenhuma.
Age sem pensar, interrompe constantemente e tem dificuldade em esperar sua vez durante as atividades.
Esquece materiais, perde objetos e não consegue seguir sequências de instruções simples.
Fica entediado rapidamente com técnicas convencionais, precisando de estímulos visuais e interativos.
Durante a avaliação e as sessões terapêuticas, observe estes sinais que podem indicar TDAH. A presença de múltiplos sinais, por mais de 6 meses, em mais de um contexto, justifica investigação especializada:
Pula de atividade em atividade sem completar nenhuma, mesmo quando interessada. Perde o fio da conversa frequentemente.
Responde antes de ouvir a pergunta completa, interrompe constantemente, age sem pensar nas consequências.
Esquece passos de instruções, precisa de repetição constante, parece 'não ouvir' mesmo quando olha para você.
Perde objetos frequentemente, mochila e mesa sempre bagunçadas, esquece de trazer tarefas.
Nos jogos, nas conversas, nas filas - a espera é extremamente difícil e gera frustração intensa.
Foca intensamente em videogames ou temas favoritos por horas, mas não consegue 10 minutos em tarefa escolar.
Desiste rapidamente quando algo é difícil, explosões emocionais diante de obstáculos mínimos.
Não percebe o tempo passar, atrasos constantes, subestima tempo necessário para tarefas - 'cegueira temporal'.
Se 6 ou mais sinais estão presentes há mais de 6 meses, em mais de um contexto (casa + escola), e impactam significativamente o funcionamento, considere avaliação neuropsicológica especializada.
Pesquisas em neuroimagem demonstram que crianças com TDAH apresentam diferenças estruturais e funcionais em regiões cerebrais específicas, especialmente no córtex pré-frontal - área responsável pelas Funções Executivas.
A dopamina, neurotransmissor fundamental para atenção e motivação, é processada de forma diferente no cérebro TDAH. Isso explica por que essas crianças conseguem focar intensamente em atividades de alto interesse (videogames, por exemplo), mas lutam com tarefas consideradas 'chatas'.
A boa notícia: o cérebro é plástico. Com intervenções adequadas e consistentes, é possível fortalecer as conexões neurais responsáveis pelo controle atencional e comportamental. Estudos mostram que a terapia comportamental pode modificar circuitos cerebrais de forma mensurável.
Crianças com TDAH apresentam córtex pré-frontal 3-5% menor em média— Shaw et al., 2007 - PNAS
O desenvolvimento cerebral no TDAH pode ter atraso de até 3 anos em regiões específicas— Shaw et al., 2012 - Biological Psychiatry
Intervenções comportamentais estruturadas modificam circuitos cerebrais de forma mensurável— Cortese et al., 2015 - Lancet Psychiatry
O treino de Funções Executivas melhora desempenho acadêmico e comportamento— Diamond & Lee, 2011 - Science
Recursos desenvolvidos para profissionais que trabalham com desenvolvimento infantil
Protocolo estruturado que mantém a criança engajada por toda a sessão de 45 minutos, com atividades prontas para cada Função Executiva.
Sessões individuais de psicoterapia infantilAtividades que complementam a avaliação formal e trabalham Funções Executivas de forma lúdica durante a reabilitação.
Reabilitação neuropsicológica e treino cognitivoRecursos para trabalhar atenção, organização e planejamento no contexto de dificuldades de aprendizagem.
Intervenção psicopedagógica individual ou em pequenos gruposMateriais que integram regulação, planejamento motor e funções executivas em atividades significativas.
Terapia ocupacional pediátrica em clínica ou escolaAtividades adaptáveis para sala de recursos e atendimento educacional especializado com suporte visual.
Educação inclusiva, AEE e apoio escolarTodos estes recursos fazem parte do Acervo Terapêutico Ensine Jogando® e estão inclusos no combo completo.

Guia definitivo com 50+ atividades para trabalhar controle inibitório, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva.

Acompanhe a evolução do paciente sessão a sessão com métricas visuais que motivam a criança.

Técnicas de atenção plena adaptadas para crianças com hiperatividade e desatenção.

Organize a sessão terapêutica com suporte visual que ajuda na previsibilidade e autoregulação.
João foi encaminhado pela escola após repetidas queixas de 'não conseguir parar quieto' e 'não prestar atenção'. Em casa, os pais relatavam dificuldade para fazer tarefas e conflitos constantes. Diagnóstico de TDAH tipo combinado confirmado em avaliação neuropsicológica externa.
Utilizamos o protocolo com a Apostila TDAH como base estrutural, iniciando com psicoeducação sobre o 'cérebro acelerado' de João usando metáforas visuais. A cada sessão, trabalhávamos uma Função Executiva diferente usando os jogos do acervo - controle inibitório com 'Pare e Pense', memória de trabalho com sequências visuais, flexibilidade com mudanças de regras em jogos. O Quadro de Rotina foi implementado em casa e na escola como suporte visual.
Após 8 sessões, João conseguia completar atividades de 15 minutos (antes desistia em 2-3 minutos). Professores relataram melhora significativa no comportamento em sala e maior participação. Os pais notaram redução de 60% nos conflitos durante tarefas de casa. João começou a usar estratégias de autorregulação espontaneamente.
⚠️ Caso fictício baseado em experiência clínica. Resultados individuais podem variar conforme a adesão ao tratamento e características específicas da criança.
Acesso imediato após a compra. Todos os materiais em PDF de alta qualidade.
Imprima quantas vezes quiser. Plastifique para durabilidade extra.
Use nas sessões e veja a transformação acontecer. Cada material tem instruções detalhadas.

Neuropsicóloga • Neurocientista • Psicopedagoga • Especialista em TCC
"O TDAH não é falta de vontade, é uma forma diferente de funcionar. Com as ferramentas certas, essas crianças revelam todo seu potencial - e frequentemente nos surpreendem com sua criatividade e energia."
Tire suas dúvidas sobre como usar os materiais na prática clínica.
Respostas detalhadas para as principais questões sobre este material
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