
Transforme a guerra das refeições em uma aventura de descoberta com jogos que expandem o repertório alimentar sem pressão.
Seletividade alimentar é a recusa em comer uma variedade adequada de alimentos, limitando-se a um repertório restrito. É extremamente comum na infância - até 35% das crianças passam por fases seletivas.
Pode ter base sensorial (texturas, cores, cheiros causam aversão), emocional (ansiedade, controle), comportamental (aprendida por reforço) ou uma combinação desses fatores.
Diferente da 'frescura', seletividade genuína causa sofrimento para a criança. Ela não escolhe ter nojo - a experiência sensorial é realmente aversiva.
O ARFID (Transtorno Alimentar Restritivo/Evitativo) é a forma mais severa, onde a restrição causa prejuízo nutricional, perda de peso ou dependência de suplementos.
Situações que profissionais enfrentam diariamente ao trabalhar com alimentação.
Come apenas nuggets, arroz branco, biscoitos - recusa qualquer alimento novo.
Choro, birras e batalhas diárias em torno da comida que esgotam toda a família.
Tem nojo de texturas, cores ou cheiros de certos alimentos.
Experiências negativas anteriores geraram fobia alimentar.
Seletividade leve é comum e geralmente melhora com o tempo. Mas estes sinais indicam necessidade de avaliação:
A criança não está crescendo adequadamente na curva de crescimento.
Exames mostram anemia, falta de vitaminas ou outros déficits.
Come apenas alimentos específicos, recusando categorias inteiras.
Não come fora de casa, não vai a festas, não come na escola.
Evita todos os alimentos de uma cor, ou todas as texturas molhadas/secas.
Reação física intensa que impede qualquer exposição.
Se há perda de peso, deficiências nutricionais ou repertório menor que 10-15 alimentos, busque equipe multidisciplinar (nutricionista + psicólogo + se necessário TO).
A neofobia alimentar (medo de novos alimentos) é evolutivamente programada - protegia nossos ancestrais de venenos. Em algumas crianças, esse mecanismo é hipersensível.
A exposição repetida e sem pressão é a intervenção mais eficaz. Pode levar 10-15 exposições neutras para uma criança aceitar provar um alimento novo.
Forçar a comer é contraproducente: cria associações negativas e aumenta a aversão. O objetivo é criar curiosidade e autonomia, não obediência.
Exposição repetida (10-15x) aumenta aceitação de novos alimentos— Cooke, 2007
Pressão para comer está associada a menor ingestão e mais seletividade— Galloway et al., 2006
Abordagem SOS (Sequential Oral Sensory) mostra bons resultados para seletividade sensorial— Toomey & Ross, 2011
Recursos desenvolvidos para profissionais que trabalham com desenvolvimento infantil
Protocolo de exposição gradual gamificado para trabalhar componente comportamental.
Sessões individuaisRecursos complementares ao trabalho nutricional para abordagem comportamental.
Parceria multidisciplinarMateriais que integram abordagem sensorial com exposição alimentar.
TO pediátricaRecursos para trabalhar recusa alimentar com base em dificuldades motoras orais.
Terapia de alimentaçãoTodos estes recursos fazem parte do Acervo Terapêutico Ensine Jogando® e estão inclusos no combo completo.

Jogo completo de exposição gradual que transforma novos alimentos em missões de explorador.

Trabalhe a relação emocional com a comida e os gatilhos de ansiedade.

Estabeleça previsibilidade nas refeições para reduzir ansiedade.

Identifique como a criança se sente em relação à alimentação.
Bianca só aceitava 6 alimentos, todos brancos: leite, pão branco, arroz, macarrão, batata e biscoito. Tinha ânsia ao ver alimentos coloridos no prato. Refeições eram batalhas diárias.
Trabalhamos em equipe com nutricionista. Usamos Aventura Alimentar para criar exposição gradual sem pressão: primeiro olhar, depois cheirar, tocar, levar à boca, e só então provar. Bianca virou 'exploradora de alimentos', ganhando adesivos por cada fase.
Em 4 meses, Bianca expandiu repertório para 18 alimentos, incluindo 3 frutas e 2 legumes. Refeições ficaram mais tranquilas. Família aprendeu a não pressionar.
⚠️ Caso fictício baseado em experiência clínica. Seletividade com base sensorial pode requerer trabalho prolongado com TO além de psicologia.
Acesso imediato após a compra. Todos os materiais em PDF de alta qualidade.
Imprima quantas vezes quiser. Plastifique para durabilidade extra.
Use nas sessões e veja a transformação acontecer. Cada material tem instruções detalhadas.

Neuropsicóloga • Neurocientista • Psicopedagoga • Especialista em TCC
"Seletividade alimentar raramente é 'frescura'. É uma resposta sensorial ou emocional que merece acolhimento e abordagem técnica, não punição."
Tire suas dúvidas sobre como usar os materiais na prática clínica.
Respostas detalhadas para as principais questões sobre este material
O Acervo Terapêutico Ensine Jogando® inclui 43 materiais para você nunca mais ficar sem recursos na sessão.


O Mega Combo inclui 43 materiais para 8 temas diferentes por apenas R$ 147
Ver Oferta Completa na Home